Música sexta-feira, 05-03-2010 às 16:47

Música

Já fazia algum tempo que o Paliteiro não trazia posts sobre música – daqueles um pouco maiores e que discutem conteúdos. O tempo anda curto, mas a coisa caminha. Tanto que o post de hoje retoma algo que acabou ficando suspenso. Portanto se você tinha gostado dos posts sobre jazz, rock e brit rock, hoje chega mais um para integrar o time: indie rock.

Considerados como underground, grunge e revoltados, no fundo esses músicos começaram com o intuito de fazer rock independente das gravadoras poderosas e dos grandes palcos. O indie rock tem suas raízes no rock dos Estados Unidos e Inglaterra, especialmente a partir da década de 1980.

The Killers

De uma certa maneira, podemos arriscar dizer que o indie rock é fruto de outros estilos como o punk. Boa parte dessa herança está na forma de colocar os instrumentos. Apesar de ser mais melódico que o seu antecessor, o indie usa muito das guitarras distorcidas e vocais marcantes. Contudo, poucas coisas marcam tanto ambos os estilos quanto o visual.

Camisa xadrez, marca de geraçõesOs padrões xadrez, calças jeans e tênis condenados à lixeira por muitas mães fazem parte da composição visual tanto dos punks quanto dos indies. Ainda assim, é bom deixar claro que apesar de subsequente, um estilo é muito diferente do outro. Enquanto os primeiros punks tinham como objetivo anarquizar a sociedade com suas letras de protesto, os indies adotam uma postura mais pacífica.

O grande grupo de temas para as letras indie estão no cotidiano, o estilo de vida que cada um leva. Isso pode ser parte do reflexo da atual conjuntura social. A geração que hoje ouve o indie rock já não tem aquela ira de vinte, trinta anos atrás. Nossos questionamentos estão voltados a nós mesmos e no jeito que conduzimos as ações e as escolhas. A partir daí sai a reflexão maior, em escala social. Mais um filho do individualismo.

Entretanto, apesar de os primeiros indies (e a boa maioria deles, ainda) defenderem a música sem a participação dos poderosos das gravadoras, as principais bandas deste cenário já estão “apadrinhadas” por grandes nomes como EMI, Universal e Sony. Por isso, nomes como Franz Ferdinand, The Killers, Kings of Leon e tantos outros são tão populares.

Ouça abaixo algumas músicas que fazem parte do repertório indie dos anos 2000.



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Filme da Semana quinta-feira, 25-02-2010 às 22:55

Filme da Semana

Avatar, Titanic, Bastardos Inglórios, Kill Bill, Os Infiltrados e toda a filmografia existente até hoje não foi capaz de chegar aos pés do que é a saga de um homem que encarna os papéis de forasteiro, tropeiro e, ao perder a esposa, se vê obrigado a matar. Este post não vai tomar muito do seu tempo em leitura, mas em troca, peço que assista à maior obra cinematográfica do mundo. Com vocês, João Amorim.

Espero que gostem!

AI!



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Conversa Fiada quarta-feira, 24-02-2010 às 18:57

Conversa FiadaQuem nunca deu aquela espiada nas buscas sugeridas do Google que joque a primeira pedra. Além de curioso, é extremamente interessante ver o que as pessoas andam pesquisando no maior site de buscas do mundo. Só que o mais bacana de tudo é ir um pouco além disso. Calma, eu explico. O divertido da história toda é começar a pensar na relação que as pessoas estão estabelecendo com o site/empresa/entidade/pai dos burros Google. Experimente escrever inícios de perguntas no campo de texto; algo como “Como se faz…” ou “O que é…” já deve ser o suficiente.

Foi pensando nessa história de buscas estranhas que nasceu a ideia de fazer essa seleção de buscas um tanto curiosas, cada uma por motivos diferentes e alguns não tão óbvios assim. De qualquer maneira, o Google deixou de ser uma ferramenta para se tornar algo maior na vida de algumas pessoas, quem sabe até um oráculo.

Pesquisas curiosas no Google

Quem é Fiuk?

Mais pesquisas curiosas no GoogleDe novo, a Colheita Feliz…

As pesquisas mais curiosas do Google

Orkut, Orkut, Orkut, Fiuk? WTF?

Significados das pesquisas curiosas do GoogleShimbalaiê significa “coisa do inferno”



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Livro da Semana quarta-feira, 17-02-2010 às 17:41

Livro da Semana

Quando você pensa em amigas, Nova York, roupas, sapatos e muitos “rolos” com homens de todos os tipos, lembra exatamente do quê? Sex and the City? Talvez as três amigas de Carrie Bradshaw sejam infinitas vezes mais famosas do que o trio composto por Adriana, Leigh e Emmy. Ainda assim, essas últimas não deixam de ser engraçadas à sua maneira e ainda têm aquele gostinho de “queria estar no lugar delas”.

a-caca-de-harry-winstonPeço desculpa aos rapazes que lêem o Paliteiro, mas este é um post para meninas. Não que “À Caça de Harry Winston” seja brilhante, de tirar o fôlego e outros adjetivos que possam consagrá-lo como um romance imperdível e obrigatório para qualquer uma. Mas se você anda precisando de leituras leves, que não a faça pensar em papers, artigos, teorias e todas aquelas outras coisas que fazem parte da vida, esta é uma boa chance de tirar toda a “seriedade” de cena.

De qualquer maneira, o livro chama mais atenção por ter uma capa quase igual à de “O Diabo Veste Prada”, o grande hit de Lauren Weisberger, do que pela história propriamente dita. Visto de forma geral, o romance traz alguns clichês – especialmente ao que se refere à personagem brasileira, Adriana de Souza. Todas as insinuações de uma mulher superexperiente e com tendências ninfomaníacas acabam caindo no estereótipo da latina irresistível.

Opinião dada, agora é hora da facada. O livro de Weisberger sai por aproximadamente R$ 40. Um pouco caro, admito, mas pode ser uma boa diversão.



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Cultura Digital quinta-feira, 11-02-2010 às 16:08

Cultura Digital

O Orkut Ouro deu o que falar na manhã de 11 de fevereiroA manhã desta quinta-fera (11) foi bastante movimentada no Twitter. Até aproximadamente 11 horas, o termo #orkutouro já figurava entre os quatro mais comentados na lista de Trending Topics (termos populares). Menos de uma hora depois, o tal Orkut Ouro era a hashtag mais usada em todo o Brasil.

Essa brincadeira começou como algo que, segundo o blog do autor, Pedro Vanzella, o Orkut Ouro não passava de uma brincadeira para ver a reação de alguns amigos e familiares. Entretanto, a coisa adquiriu proporções enormes e fugiu completamente ao controle do criador. Muita gente caiu na brincadeira e enviou os dados como login e senha para o e-mail disponibilizado no blog.

Com isso, os usuários do Twitter foram à loucura. Milhares de mensagens sobre o Orkut Ouro inundaram páginas e mais páginas. Entretanto, a brincadeira teve fim quando a reportagem publicada pelo portal R7 denunciou o golpe e trouxe a versão do Google Brasil sobre o assunto. Em entrevista ao portal, o presidente da sucursal brasileira afirmou que vai tomar medidas a respeito do uso da marca “Orkut”, já que esta foi usada indevidamente pelo dono da brincadeira.

Moral da história: não brinque com quem é maior, mais forte e infinitamente mais rico e poderoso que você.



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Cultura Digital quarta-feira, 10-02-2010 às 23:32

Cultura Digital

Google Buzz: será que pega?Desde que foi anunciado nesta terça-feira (9), o Google Buzz gerou algumas desconfianças dos usuários do Google. Depois da decepção com o Wave, muita gente desacredita o novo aplicativo disponibilizado no serviço de e-mails da empresa, o Gmail. Entretanto, as suspeitas sobre o sucesso e a real necessidade de ter mais uma rede social para ser atualizada pelo usuário geram polêmicas dos mais variados tipos.

Se você desconhece o termo “buzz”, é fácil explicar. Trata-se de um termo utilizado na publicidade para determinar a repercussão de algo, o barulho que determinada campanha causou, por exemplo.

Pelo o que pode ser observado neste primeiro momento, a festa ainda não agradou nem desagradou. Como a novidade ainda é fresca, as avaliações e reviews a respeito do tema estão por sair.

Mas o que mais supreende é a necessidade criada para mais um serviço pelo qual os usuários não pediram. Se temos o Twitter, por que usar o Buzz? O que ele oferece de diferente além de integração nativa com o Gmail?

A possibilidade de compartilhar links, imagens, vídeos e uma série de conteúdos sem a necessidade de “escondê-los” em links encurtados é atrativa, mas se levarmos em conta o fato de demorar em média trinta segundos toda vez que se clica em um campo de texto ou se pede uma atualização para checar novos “buzzes”, o serviço acaba fiacando um pouco desanimador. Mesmo que você tenha uma boa conexão, o tempo pode ser um grande inimigo do Buzz.

Google Buzz - novo serviço do Google
Mesmo assim, como toda novidade do Google, esta merece ser testada. Ainda que o histórico de produções sociais da empresa não seja o melhor (vide Orkut e Google Wave), há uma pequena esperança de sucesso neste novo empreendimento. O que faz do Buzz algo um pouco diferente da tentativa mais recente, o Wave, é o fato de não depender de convites e por isso não implica em um deserto estranho e um vácuo de informações não passadas, jogadas a esmo.

Entretanto, essa vontade que o Google tem de unificar, centralizar e qualquer outro verbo que o valha, pode custar caro. Será que ao inserir ferramentas em um cliente no melhor cliente de e-mail não vai torná-lo complicado ou até quem sabe saturar a página?

Ainda é muito cedo para ter opiniões muito fortes a respeito do Google Buzz; mas de qualquer maneira, a ferramenta tem uma grande responsabilidade: limpar o nome da empresa no quesito “redes sociais”. Basta analisar o desempenho do Google Wave. Quantas pessoas que você conhece fazem uso diário desse serviço?

Google Buzz: adicione recursos

Pessoalmente, não vejo ninguém preocupado em checar seu Wave. Ok, são ferramentas com focos diferenciados. Enquanto o Buzz é voltado para conteúdos imediatos, o Wave serve para criação de conteúdo de forma colaborativa.

Mas é preciso pensar um pouco além… Por exemplo, senti falta de ferramentas que dessem um toque mais “social” ao Buzz. Enviar e responder mensagens é interessante, mas é o básico! Qualquer rede social que queira adotar este título precisa disso. Porém, tendo em vista o modelo de rede que o Buzz se propõe a ser, ainda falta comer muito feijão.

Google Buzz: ainda falta muito

Se eu gostei de algo que um amigo enviou, como vou replicar este conteúdo para que este chegue aos meus seguidores? Não há um botão de “RT” assim como não existe nenhum modo aparente de enviar mensagens direcionadas, como as queridas @s do Twitter.

Outro problema sério do Buzz é a falta de filtros de conteúdo. Não há marcação de hashtags, também não posso bloquear determinados assuntos que definitivamente não são do meu interesse. Será que todo o “buzz” que o Buzz gerou não é negativo? Digo, até quando ter dezenas de pessoas falando em uma timeline é útil? Talvez não seja exagero dizer que tanto barulho acabou uniformizando aquilo que chega, se transformando em uma grande massa de ruído que complica a chegada do conteúdo que realmente interessa: a informação.



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Cultura Digital sexta-feira, 05-02-2010 às 00:03

Cultura Digital

Há algum tempo, o Paliteiro publicou um texto que comentava a respeito da tal “orkutização” do Twitter; o que de fato vêm acontecendo. Entretanto, depois de uma segunda observação, percebi que o serviço Twinester envolve mais coisas do que simplesmente dizer que se trata de um criador de comunidades para o Twitter.

Muitos portais de notícias anunciaram o serviço como a chegada das comunidades no microblog do passarinho azul. Só que existem diferenças entre as comunidades (como vistas no Orkut, por exemplo), hashtags, listas do Twitter e o Twinester em si. É como o própro CEO do “ninho de assuntos”, André Romani, coloca, “no Twitter você segue pessoas, no Twinester você segue assuntos específicos.

Se for possível estabelecer uma diferença exata entre as ferramentas, ela seria mais ou menos assim:

  • Listas do Twitter -> Pessoas = Unilateral
  • Hashtags = Categorização unilateral de assuntos
  • Twinester -> Assuntos = Multiplicidade de assuntos específicos
  • Então, você criança jovem pergunta “Legal, e daí?”. Respondemos com algo simples: em vez de passar horas e horas na busca do Twitter por informações, opiniões e qualquer outra coisa a respeito de um assunto específico como o CMS WordPress, por exemplo, você só precisa ir até o Twinester, fazer seu login e procurar o Nest entitulado “WordPress”. Muito mais simples, não?

    Twinester

    Clique na imagem para acessar o Twinester!

    Nisso, voltamos à questão da “orkutização” do Twitter. Será que ela acontece ou aconteceu mesmo? Novamente, isso é relativo demais para podermos afirmar de maneira categórica. Até porque o que move o microblog são os usuários com as suas mensagens. Portanto, se um tweet se mostra tão irrelevante quanto uma entrada em comunidades do Orkut, ambas têm o mesmo valor.

    Contudo, os índices de atividade de usuários nas duas redes ainda é bastante significativo. Enquanto os milhares de usuários do Orkut continuam a acessar a rede todos os dias, o número de “orkuteiros” que twittam todos os dias ainda é muito baixo. Aproximadamente 40% das contas criadas no Twitter estão inativas.

    Logo, entendemos que esse tipo de comportamento não depende das comunidades e sim dos assuntos tratados nelas. Uma vez percebido este ponto, cabe aos usuários filtrar o que é de interesse real ou não. Então, é hora de conhecer novas ferramentas!



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    Webtrecos terça-feira, 02-02-2010 às 23:05

    Webtrecos

    Selecionar imagens no Google Reader é uma das coisas mais divertidas que você pode fazer no último dia de férias. Então vamos ao que interessa:

    Cobra fumante viciada

    E o polêmico iPad; o tablet que não tem dez mandamentos, mas causou o mesmo “bafafá”:

    ipad 9gag



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    Webtrecos terça-feira, às 08:43

    Webtrecos

    Hoje acordei com vontade de fazer mais tatuagem. Só que nem sempre o que eu gostaria fazer é possível. Motivo número 1: não tenho ideia do que tatuar. Motivo número 2: não tenho dinheiro para tatuar. Além desses, ainda tem mais alguns que não vale a pena listar aqui. Por isso, brincar de tatuagem é de graça não é? Jogos flash são divertidos, não? Então pronto! Resolvido o problema! Vamos brincar de tatuagem!


    Fique treinando, um dia quem sabe você chegue ao Miami Ink, L.A Ink?



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    Avisos domingo, 31-01-2010 às 23:58

    Noticiário de Férias

    Como vocês perceberam, a Campus Party acabou e com ela toda aquela “mágica” também acabou. Mas a vontade de continuar por lá ainda é bastante grande. Conexão de 10 Gigabits, palestras legais e muita coisa interessante rolando deixam bastante saudade! O bom é que ano que vem tem mais…

    A primeira semana de fevereiro já começa com a vida real voltando e mais 11 meses de trabalho árduo até o Janeiro de 2011 – as próximas férias. Então, a vida mansa está prestes a acabar e a programação normal do Paliteiro deve ser retomada. Infelizmente, não posso garantir aquele ritmo frenético de posts diários. Ainda assim, farei o melhor possível para que toda semana tenha posts bem cheios de informação (in)útil. Sei que devo aquela matéria sobre o cachorro-quente de 1,3 kg a vocês… Essa é a prioridade!

    Mas nem só de ideias, correrias e posts que o Paliteiro vive. Se você tem alguma sugestão de pauta, envie um e-mail para pauta@paliteiro.com, afinal esse boteco também é mais seu do que meu…




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