O antiquário de hoje contém a primeira das revelações pessoais de quem escreve aqui. Ao escolher falar a respeito do Cubo Mágico ou Cubo de Rubik, deixo bem claro que nunca tive a capacidade de montar um desses quebra-cabeças criados em 1974. Feita a revelação, prosseguiremos com a história desse desafio.
Ernõ Rubik, professor húngaro do Departamento de Desenho de Interiores na Academia de Artes e Trabalhos Manuais Aplicados desenvolve um quebra-cabeças para mostrar aos seus alunos que era possível criar uma peça que fosse geometricamente perfeita. Atualmente, o Cubo Mágico se tornou um dos maiores ícones da cultura pop dos anos 1980 e 1990. Isso aconteceu devido à um acordo estabelecido com a Ideal Toys em 1979, que foi responsável por trazer o quebra-cabeças para o ocidente.
Mas a grande estréia do cubo aconteceu em 1980 nas grandes feiras de brinquedos de Londres, Nuremberg e Nova York durante os meses de Janeiro e Fevereiro de 1980. A partir daí as lojas de brinquedos do mundo inteiro tinham Cubos de Rubik para vender aos mais jovens e aos mais velhos. Entretanto, foi necessário adaptar este cubo para alguns padrões de brinquedos ocidentais. Uma das alterações pedidas foi que o brinquedo ficasse mais leve.
Apesar de o cubo mais conhecido de todos ser o de 3×3 – ou seja 3 quadrados de altura e 3 quadrados de largura – existem outros tipos de cubo envolvendo 2×2, 5×5, 6×6 e 7×7. Conforme aumenta o número de quadrados em cada face, aumenta também o nível de dificuldade para resolver este quebra-cabeças. Os apaixonados pela matemática tem maior afinidade com a resolução de enigmas deste tipo e foi um deles, David Singmaster, que desenvolveu uma seqüência de movimentos e codificações para eles que poderiam ajudar na montagem.
Parece extremamente simples, mas para quem tem algumas limitações matemáticas como esta que vos escreve, é tudo muito complicado e estranho. A listagem de movimentos desenvolvida por Singmaster tratava de fazer com que cada rotação ou giro tivesse o lado indicado através das iniciais, porém em inglês. R significava a face da direita, U a face superior, F a face da frente; enquanto as letras minúsculas correspondiam aos movimentos como b indicava que era preciso girar a face oposta à frontal e correspondia à linha do meio (no caso de um cubo 3×3).
Depois de revelar frustrações e incapacidades matemáticas, é hora de desistir de qualquer tentativa que você, repetente em matemática tem de montar um Cubo de Rubik. Observe este garoto do vídeo. Como ele faz isso?
Esse menino é sensacional… principalmente pra mim, que julgo ter duas mãos esquerdas.
Mas na internet tem uma sequencia pra resolver o cubo que até a gnt que mal conta quanto é 2+2 consegue resolver.
Lógico, não há como negar que quem tem afinidade com números vai ter mais facilidade mesmo…
Belo post paliteiro!!
Esse moleque… não sei se tenho pena dele por ele, aparentemente, não ter uma vida ou se acho incrível essa capacidade dele de fazer isso enquanto eu sou um zero à esquerda em videogames e qualquer coisa que envolva lógica. Agora PENSA quanto tempo essa criatura passa por dia fazendo essas duas coisas pra conseguir a proeza!
Acho que eu fico com a primeira opção: arranja uma vida, moleque! hahaha
Tentei já, mas me faltou paciência…na verdade todos la em casa tentavam, e atrapalhavam uns aos outros ehehehe!
Nossa, muito bom!
Nunca soube mexer nesse cubo, quando vejo quem sabe acertar a posição em tão pouco tempo me sinto um inútil. haha…
Muito bom o blog!
Também nunca tiver capacidade de montar um cubo, nem um lado sequer.
Sodoku é outra coisa que não tenho capacidade…





Quando eu era criança meu sonho era ter um cubo desses aí. Depois até cheguei a ter um e até consegui montar ele uma vez, mas quando fui tentar montar pela segunda vez ele ficava enroscando quando girava (cubo de 1,99, né), aí me irritei e quebrei ele.
E esse moleque do vídeo aí não deve ter vida, ok?