Grava, pára. Grava, move, pára. Move, grava e para de novo, e de novo, e de novo. É em uma seqüência de repetições sobre repetições que o stop-motion ganha vida. Cada movimento é capturado de maneira que os quadros da imagem formem uma boa quantidade de movimentos. Assim, os bonecos e elementos parecem vivos aos olhos de quem apenas assiste. Os propósitos, temas e fundamentos para isso podem ser os mais variados, mas não há quem negue: uma animação do tipo stop-motion rende muito o que falar. Em alguns casos, os bons e velhos dinossauros gigantes dos seriados japoneses da década de 1960 são a principal memória dos stop-motion mundo afora.
Por isso, o tema para esta sexta-feira é o estilo de animação mais trabalhoso que se tem notícia. Confira os curta-metragens selecionados abaixo!
Créditos dos vídeos: “Era uma vez em Legoredo” – Equipe Cabeça Elétrica, “The PEN Story” – Olympus/PEN, “8-bit Trip” – Rymdreglage
Se você tem um vídeo em stop-motion, mande o endereço para o Paliteiro! Lembre-se, este espaço também é seu!
Guria, na minha vasta ignorânia eu não sabia que o nome desses vídeos era Stop Motion, mas sabe que faz sentido? haha.
Não sei se é bem isso, mas vi esses dias no Jornal Hoje (se não me engano) que o pessoal de Direito tá usando esse tipo de vídeo para fazer a simulação de crimes, e parece que está sendo muito bem aceito…
Não tenho o link agora, mas pesquisa aí… É bem legal.
O Stop Motion é especial, porque requer muito trabalho. Imagina fotografar cada quadro e juntar tudo depois para formar uma cena? O capricho e o trabalho duro acabam resultando em trabalhos muito legais. E é curioso como a maioria dos Stop Motions são feitos com Lego né? haha






Não sei o que me atrai ao Stop Motion, mas é engraçado. Quando menos esperamos mais estamos assistindo e nos envolvendo com a história!