Este post requer que você saiba duas coisas. A primeira delas é falar/ler em inglês. A segunda é saber o que é Twitter.
Quanto à primeira não posso fazer muita coisa, afinal traduzir estes slides e republicá-los demandam autorização e só foi possível obtê-la para reprodução. Já o segundo ponto, posso ajudar. Para quem não sabe, o Twitter é uma rede social baseada em mensagens curtas de até 140 caracteres. Nesta rede, você pode compartilhar informações abertamente com vários usuários e ficar por dentro de novidades da mesma maneira que consegue enviar as suas.
Explicações feitas, aqui vai o conteúdo:
É fascinante pensar em coisas deste tipo. Em pouquíssimos minutos é possível apurar os fatos, checar fontes e ainda contar com fotos dos acontecimentos! Se o que você tem para noticiar não cabe nos 140 caracteres, não faz mal! Os TinyURLs estão na Internet para isso! Crie um atalho para a notícia inteira ou para um artigo de opinião ou qualquer coisa que você queira!
Muitas coisas boas se perdem e não são aproveitadas no Jornalismo por existir esta velha e ransosa crítica de discriminar novas tecnologias. Pouco importa se a conta do Twitter não pertence ao Jornalão A ou ao Jornaleco B. É preciso parar de pensar nas três dimensões convencionais do jornalismo (Impresso, Rádio e TV) para começar a ver as outras possibilidades que a tecnologia da informação proporciona.
Update: O doutor em cibercultura pela UFRGS, Alex Primo acaba de twittar a seguinte afirmação: “Blogs e microblogs serão para o século XXI o que o rádio e a televisão foram para o século XX.” E ele não está nenhum pouco errado!
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Obs.: A apresentação acima foi feita por John Einar Sandvand, jornalista norueguês do jornal Aftenposten, que mantém o blog BetaTales. Thanks, John!













Sim, é necessário saber separar as coisas. E o Twitter é capaz de proporcionar algo muito bacana pro jornalismo na web: a Interatividade. Não adianta só sair linkando notícias, é necessário interagir com os usuários. E até que tenho visto isso bastante por aí.