Quem descobriu a diversão dos compartilhadores P2P (peer to peer) logo no seu início, deve ter feito muitos downloads pelo Napster. O programa rendeu milhares de discussões e o primeiro grande processo da guerra das gravadoras e as tais redes. Atualmente vemos algo parecido, porém com o The Pirate Bay. Entretanto, antes de chegarmos aos piratas finlandeses, devemos falar do Napster. O programa teve sua primeira versão lançada em 1999, quando a internet era jovem e os sites sofriam da profusão de GIFs animados e fundos multicoloridos. Shawn Fanning, o pai do Napster, reconhece que compartilhar músicas em MP3 no final dos anos 1990 não era a coisa mais fácil do mundo.
Primeiro: os programas de ripagem (extração) de músicas ainda eram raros. Segundo: pouca gente sabia que já era possível fazer isso. Demorou um ano até que os usuários domésticos descobrissem a mágica do compartilhamento. O ano 2000 foi bastante proveitoso para quem se lançava às primeiras aventuras do mundo do “share”. Mas foi só em 2001, mais precisamente em janeiro, que o Napster alcançou o auge da sua história – 8 milhões de usuários conectados e um total de 20 milhões de músicas rodando o mundo.
Bons tempos aqueles em que a qualidade da música a ser baixada era indicada pelas bolinhas verdes ao lado do nome da faixa. As que não eram tão confiáveis estavam em amarelo e se fosse vermelha – cuidado! Lembro muito bem do dia em que o Napster deixou de ser a sensação dos downloads de música para dar lugar a outros nomes como Morpheus, KazAa, eMule e tantos compartilhadores que até chega a ser uma repetição de “wires”, “wares” e títulos estranhos.
E você é do tempo do Napster?






Sou dos tempos dos K7´s, hehe.
Bom post.É bom abordar esses lances.
Troca de música é um processo antigo, dos tempos dos k7´s. Já ocorria em massa, apenas não era escancarado…
Adoro ver notícias de gravadoras processando esses caras. Não que eu seja reacionário, pelo contrário. Gosto pois essas empresas, mesmo depois de processadas, continuam investindo na causa…estando muito a frente das gravadoras no processo.Cd ja é velharia. Gravadora que parar no tempo vai ter que fechar e já elvis! Ou então terão que pagar consultoria aos caras que elas processaram no passado, por um valor equivalente ou superior.
VIVA O NAPSTER. hehe