Filme da Semana quinta-feira, 12-11-2009 às 15:49

2012 - Crédito: Sony PicturesAquecimento global, crise de neutrinos, meteoros, tsunamis e todo tipo de desgraça que poderia atingir o planeta acerta seu curso e acaba com milhões de vidas em 2012. O filme que estreia nesta sexta-feira (13) tem um enredo bastante conhecido pelos espectadores: um jovem cientista faz uma grande descoberta e retorna, abismado, aos Estados Unidos para informar a nação. Em pouco tempo as medidas drásticas são tomadas e algumas soluções de moral questionável são vistas como a última alternativa.

2012 - Crédito: Divulgação

Sim, o presidente norte-americano desempenha um grande papel na história, como de praxe. Entretanto as decisões e formulações que ele toma durante o curso do filme são um tanto novas para filmes do padrão “destruição, correrias e garotinhas que gritam”. Ao comparar 2012 com o famigerado Guerra dos Mundos de Tom Cruise, tem-se uma ficção menos histérica do ponto de vista “interpretação dos personagens”. Mesmo com feitos fantásticos e efeitos especiais de primeira linha, 2012 é um filme sem novidades.

Contudo, as teorias apocalípticas acabam sendo ainda mais reforçadas e em vez de procurar um foco próximo das possibilidades reais de sobrevivência, o 2012 de Roland Emmerich se baseia em mitos de civilizações variadas. Para ele e o produtor do filme, Harald Kloser “Todas civilizações do planeta têm um mito envolvendo dilúvios”, afirma Kloser. “As coisas começam a dar errado, a sociedade não funciona mais e a vida no planeta recomeça. Algumas pessoas têm uma segunda chance de fundar uma nova cultura, uma nova sociedade, uma nova civilização”.


2012 - Crédito: Sony Pictures
A produção de 2012 é realmente de tirar o fôlego. Ondas gigantes, terremotos, destroços e a riqueza de alguns detalhes em meio a tanta bagunça conseguem fazer de um típico filme de destruição algo um pouco mais reflexivo. Para conseguir extrair os “oohs” da plateia, Emmerich, Kloser e o desenhista de produção, Barry Chusid, precisaram construir sets de filmagem gigantescos, com direito ao que se chama de shaky floor (chão que treme, em uma tradução tosca).

2012 - Crédito: Sony Pictures

É uma boa pedida para o final de semana, enquanto o “final do mundo como o conhecemos chegue”. Para os fãs de teorias conspiratórias e cataclísmicas, os documentários de televisão a cabo sobre o Fim dos Tempos já estão em profusão. “O Mundo sem Ninguém” do History Channel já vem colecionando bons índices de audiência. Outro do History Channel, “O livro perdido de Nostradamus”, também tem conseguido levantar dúvidas e sobrancelhas sobre as hipóteses do apocalipse.

A Sony também lançou um jogo online sobre o filme. Nele, você deve responder corretamente às perguntas para saber conseguir chegar até o Tibet e salvar-se da aniquilação. Clique na imagem para jogar!

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Assista ao trailer!

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