
Inspiração é uma coisa um tanto quanto maldita e traiçoeira. Quando você mais precisa dela, a safada foge, vai embora e ainda ri da sua cara. É mais ou menos como o @fabiomarchioro disse naquele texto sobre as Musas, você pode ser o último a ser agraciado com alguma ideia.
Andei dando uma olhada na relação, uma vez em que ela estava por aqui e foi fazer xixi. No topo da página, já meio amarelada, (só) dois políticos que ainda não haviam nascido, vários autores, filósofos, alguns músicos, nenhum apresentador de programa de auditório, muitas mães e pais, alguns professores e cinco pesquisadores da cura de doenças complicadas (Alzheimer, câncer, esclerose múltipla, AIDS e chulé). No final da lista, comigo, aspirantes a escritor.
Pode ser que a ideia não seja a melhor do mundo, mas ainda é uma ideia. Mas, quando as suas Musas estão ocupadas existe uma luz no fim do túnel (faltou inspiração nesse comentário). O Plinky é uma das ferramentas que podem ajudar a iluminar esse caminho tortuoso até chegar a algo genial. Quando você cria a sua conta no Plinky, escreve uma breve biografia de acordo com alguns pontos sugeridos pelo serviço.
Baseado nisso, o sistema vai enviar perguntas diariamente para que você responda. É mais ou menos como o slogan do Plinky diz: “You have answers. Plinky have questions” (Você tem respostas. O Plinky tem perguntas). Também é possível adicionar pergunas novas. Porém, como se trata de algo novo até para estrangeiros, vai ser difícil encontrar algumas perguntas em português.

Mesmo que você responda às perguntas no próprio Plinky, pode escrever mais sobre o assunto no seu blog ou Twitter. Assim, o serviço, além de ser uma rede social interessante, se transforma em um celeiro de ideias. E por falar em Twitter, o Plinky tem muito dele. O sistema de interação entre usuários acontece através dos “follows” e o resto da história, nós já conhecemos.
E então, alguma ideia do que responder?





